
A Síndrome de Estocolmo refere-se a um estado psicológico causado por uma pessoa que foi vítima de um seqüestro ou de uma situação de cativeiro involuntário. As pessoas que sofrem da Síndrome de Estocolmo mostram sentimentos positivos em relação ao seqüestrador e podem até estabelecer relações sentimentais com elas. Os especialistas no assunto, colocam que é uma defesa inconsciente que a vítima tem, criada pelo instinto de sobrevivência. A Síndrome de Estocolmo também se refere a situações de abuso doméstico e outros tipos de situações. Em seguida, apresentaremos a você como superar a Síndrome de Estocolmo.
Tratamento É importante que a pessoa que sofre da Síndrome de Estocolmo consulte um médico especialista ou um psicólogo, para poder elaborar uma estratégia que lhe permita superar essa situação. A intervenção dos profissionais de saúde é fundamental nesses casos.
2Não insista. Pessoas com a Síndrome de Estocolmo não conseguem ver a complexidade da situação. Não tente convencê-la do que está acontecendo, nem tente forçá-la a mudar de ideia. Apenas fale com ela e explique seu ponto de vista de maneira calma, você deve evitar que ela o deixe para ajudá-la.
Mostre-lhe afeto. Tente mostrar seu amor e contenção. Você deve transmitir confiança para que ela não veja você como um inimigo.
4Tente manter contato. Muitas vezes, nessa situação, a pessoa tende a se isolar, por isso é importante tentar manter a comunicação. Mas tente não se sentir invadido.
5Tranquilidade Muitas vezes, essa situação gera impotência. O importante é manter a calma para evitar essa pessoa e com ela a ajuda que podemos dar. Você deve ser paciente, ela vai ouvi-lo se você transmitir confiança e compreensão.
6Encontre informações sobre o assunto. Muitas vezes, os centros de saúde locais oferecem conselhos sobre o assunto e podem ajudá-lo a resolver essa situação.
Ouça Se ela se sentir confiante com você, ela lhe falará sobre sua situação. Nestes momentos, você deve manter seus sentimentos controlados, você não deve demonstrar raiva ou desespero. Ouça e quando achar necessário, dê a sua opinião, mas tenha cuidado na forma como faz e como diz, para evitar que fique na defensiva.
Este artigo é meramente informativo, não temos a faculdade de prescrever qualquer tratamento médico ou fazer qualquer tipo de diagnóstico. Nós convidamos você a ir a um médico em caso de apresentar qualquer tipo de condição ou desconforto.
Dicas- O tratamento com um especialista médico ou psicólogo é essencial nestes casos.
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